Hoje começamos uma nova fase na ECOMBRAS, quero agradecer aos amigos que sempre nos apoiaram, mesmo durante grave enfermidade que passei e outros problemas com a associação. Porém são águas passadas, quero começar pelo meu mais eloqüente e fervoroso colaborad

or, o ST ALBERTO, o conheço a algum tempo e sei que sua competência militar é irretocável, suas atitudes retas o fazem sempre merecedor dos mais calorosos elogios, sua lealdade
é única, mas não quero me ater muito a elogios, mesmo porque ele não precisa. O ST ALBERTO chegou recentemente do HAITI onde cumpriu missão de paz por aproximadamento 7 meses e tem é história para contar e as contará aqui no nosso BLOG, ele começará com uma visão simples realista e sentimentalista do que é o Haiti, digamos uma rápida introdução, do ponto de vista histórico da missão e do que é ser um PEACEKEEPER. Mariluce Moura - Presidente da ECOMBRAS
Missão de Paz - Amor e dedicação Após 7 meses de missão no Haiti, vejo que muito ainda há de ser feito, porém muito já foi realizado, servi sob o comando do TC Eng Lampert, oficial de conduta ilibada e portanto, exemplar, no 13 º Contigente Brasileiro no Haiti, no que se refere a competência do militares estes foram os melhores com o qual eu já servi, muitos com vasta experiência na missão, pois esta não era a primeira deles, as "Task Orders" vinham aos montes, e sempre os militares escalados para executá-las o faziam sem nunca reclamar, nossos militares asfaltaram estradas, construíram banheiros em batalhões de forças amigas, fizeram o parquinho do Orfanato Blessing Hands, o qual a Cia Eng F Paz (BRAENGCOY) era responsável, desobstruíram vias públicas e outras missões mais, tivemos inúmeros obstáculos para o bom desempenho de nossas missões, tais como: O Furacão Thomas, as agitadas eleições presidenciais e a pior epidemia de cólera que o Haiti já passou, este, na minha modesta opinião, foi o maior de todos os obstáculos, porque o contato com o haitiano era frequente, necessário e perigoso, entretanto ao findar a missão nenhum militar brasileiro foi vítima dessa enfermidade mortal, graças as orientações de nossos médicos e enfermeiros que sempre atentos, nos mostraram a melhor profiláxia a seguir, e assim voltamos para casa como fomos, ou melhor, melhor que fomos, pois a experiencia de uma missão no exterior é única e necessária na vida profissional de qualquer militar. Bem, por enquanto é só pessoal, mas semana que vem tem mais, falarei sobre como foi nossa primeira semana no Haiti, abraços aos amigos e seguidores. ST Alberto - 13º Contingente (2º semestre de 2010 - 1º semestre de 2011)